Clube que faz parte da minha vida desde criança e de muitas outras famílias... A nostalgia está no ar...
No post de hoje vou relembrar um pouco dos meus tempos de
adolescente... Vou falar sobre o clube que mais treinei na minha vida e que sou sócia até
hoje. É o clube Esperia. Ele tem um
significado muito especial para mim, assim como para várias famílias que seguem
frequentando o clube de geração em geração.
Equipe Campeã de interclubes de18 anos - A.Pereira/C.Hirata/B.Catay/R.Dias/F.Souza/Simoni
Comecei a frequentar o Esperia com 10 anos. Eu era
militante, treinava tênis com o Vavá (alguém se lembra dele?). O que eu me recordo é que ele treinava uma jogadora (que não vou citar o nome) que batia
várias bolas beeemmm altas...rs... (agora vocês lembraram hahahaha)...
Olha só eu treinando no Esperia com 17 anos
Foi lá no Esperia que eu joguei meu primeiro torneio juvenil
da federação; fui vice-campeã da categoria 10 anos. Passado algum tempo, com 12 anos, virei associada. Nessa época já treinava
quase todos os dias com o Delta Vilaescusa, o Alfredo Pereira e alguns anos
depois com o Fernando Souza (que aparece em várias fotos).
Recebendo prêmio de melhores do ano em 1998
Eu adorava ir
ao clube, estava sempre junto com minha querida amiga Bianca Catay e com a mãe
dela, Tia Lalita e o pai Tio Catay. A gente ficava lá até nos finais de semana
e muitas vezes depois do treino eu ia para a casa da Tia Lalita para comer um
pão com mortadela quente e tomava leite com chocolate... uma delícia... bons tempos
aqueles...
Campeonato brasileiro em Uberlândia (1997) - eu e a Bi Catay (a gente adorava ir pra lá e ficar no alojamento...rs...)
Referência em esporte e lazer na Zona Norte da cidade, o
Clube Esperia possui quase 80 mil metros quadrados de muito verde e instalações
modernas. Lá é possível praticas as modalidades esportivas como arco e flecha,
atletismo, basquete, futebol, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô,
karatê, natação, polo-aquático, tênis e voleibol, além de diversas atividades
de lazer e de cultura.
Vista aérea Clube Esperia - site oficial
Bom, eu continuo frequentando este clube, assim como muitos
amigos dos meus pais... Acho muito legal isso, esse clima familiar, estar junto
das pessoas que você conhece desde criança e te viram crescer...
Minha mãe (Angela Dias) e a Wilce Maciel ganhando troféu do Fernando Souza (que apareceu em quase todas as fotos)
Foi lá que eu comecei a jogar beach tennis. Neste último
final de semana dos dias 10 e 11 de maio teve até uma clínica muito legal com o
Marcus Vinícius Ferreira e o Thales Santos, melhor dupla brasileira da
modalidade e top 10 mundial. Os meus amigos do tênis migraram para o beach tennis
e foram eles que me incentivaram a jogar.
Clínica de beach tennis com Marcus Ferreira e Thales Santos no Esperia
Mas, eu também continuo jogando tênis no clube. Tenho alguns
parceiros que sempre jogam comigo, afinal para jogar lá você precisa já ir
combinado com alguém. Normalmente jogo as terças e quintas e quero aproveitar
este espaço aqui para falar sobre a turma do minitênis que normalmente prepara
alguma comida especial na quinta à noite e sempre são muito gentis e me convidam
para comer por lá.
Pessoal do tênis e minitênis no quiosque do churrasco
Por exemplo, na última quinta-feira comi um churrasco
especial de aniversário, com uma linguiça maravilhosa de Cambuí (Minas Gerais).
Já teve também a noite do pastel, do hambúrguer, do camarão, enfim, tudo sempre
delicioso. Vale a pena passar pelo quiosque do Esperia nas noites de
quinta...
Olha lá a minha mãe se preparando para bater na bola... a direita boa é de família!!
E você, é sócio de algum clube? Desde quando? Conta um pouco
pra gente...
Confira como foi meu final de semana em Santos,
com o maior sol em pleno mês de maio e muito beach tennis!!
Neste primeiro final de semana de maio, decidi ir para
Santos a convite de minha amiga e parceira Letícia Ferreira para treinarmos um
pouco para o torneio de beach tennis que iremos disputar de 6 a 8 de junho em
Porto Seguro (uhuu), estou muito empolgada...
Eu e a Letícia em um torneio de beach tennis em Campinas
Bom, enfim, no sábado bem cedo peguei o ônibus na rodoviária
do Jabaquara em direção à baixada santista. Estava o muito calor, apesar de
estarmos no outono, o maior sol e a praia estava linda. No sábado jogamos mais
ou menos 10 sets de beach tennis (o recorde da minha vida para um só dia).
Jogamos nas quadras montadas pela ASBT (Associação Santista de Beach Tennis),
muito legal o espaço, que fica no Point dos Coqueiros, em frente ao número 31
da Avenida Vicente de Carvalho, Canal 3.
Vista aérea de Santos / Foto: Marcelo Martins/uol
Claro que no sábado à noite a gente acabou saindo um pouco,
fomos num bar em frente à praia, com as também ex-tenistas profissionais e que
treinaram beach com a gente, Taynara Moraes (agora beachtenista profissional) e
Juliana Umeki (acho que em breve ela também vai querer jogar mais beach tennis).
Com o sucesso desta nova modalidade, cada vez mais ex-tenistas vão acabar indo
para o beach...
Aula de beach tennis com o Marcus Vinícius Ferreira
No domingo, fizemos uma aula muito legal de quase duas horas
com o Marcus Vinícius Ferreira, atual número 9 do ranking mundial e que foi vice-campeão junto com o Thales Santos, seu parceiro, no ITF G1 que
distribui US$ 10 mil em prêmios de Fort Mayers na Flórida, EUA, no final de abril. Deu para
treinar bastante e prestar atenção nas dicas de um dos melhores jogadores do
mundo do beach tennis. Inclusive, Marcus e Thales irão defender o Brasil nos jogos
Sul-Americanos de Praia em Vargas, na Venezuela, evento que acontece de 13 a 24
de maio.
Marcus Ferreira e Thales Santos estão entre os 10 melhores beachtenistas do mundo
Depois da aula, jogamos mais umas seis partidas (realmente
foi o recorde do beach tennis da minha vida para um final de semana) e ainda
fui convidada para um churrasco no Point dos Coqueiros. Para completar, consegui
uma carona para voltar para São Paulo à noite. Tudo perfeito, não é mesmo?
E, vocês, já foram alguma vez jogar beach tennis em Santos?
Parece um passeio legal para o final de semana... O que acham?
Conto aqui um pouco da minha viagem para assistir o Masters 1000 de Indian Wells e o passeio para Los Angeles, San Diego e Las Vegas!!
Esta semana os amantes do tênis curtiram o Masters 1000 de
Miami, um dos torneios favoritos dos brasileiros. Conheço pessoas que já foram
várias vezes para lá e voltam sempre que podem. A cidade tem um clima agradável,
com compras incríveis, praia, bares, tudo que a maioria dos brasileiros
adora... Mas, que tal mudar um pouco o roteiro e ir para o Masters de Indian
Wells?
Bom, vou dar contar para vocês como foi assistir este
Masters 1000 da Califórnia e o passeio que fiz por lá com a minha família.
Primeiro chegamos ao Aeroporto Internacional de Los Angeles.
Logo, já fomos pegar o carro alugado (é necessário, pois as distâncias entre as
cidades são longas). No dia seguinte, fomos para Palm Springs, cidade próxima ao
torneio. O caminho é muito interessante, repleto de montanhas, numa região do
deserto da Califórnia. Como já era
esperado, o local é muito seco, a pele e os lábios ficam muito ressecados e os cabelos,
muito lisos. Eu até achei legal ficar com o cabelo mais liso...rs...
Caminho de Los Angeles para Palm Springs
Depois de rodar 172 km, em cerca de duas horas, chegamos a
Palm Springs. Uma cidadezinha pequena, mas agradável e bem mais quente que eu
imaginava (cerca de 25 a 30 graus durante o dia), já que era final de inverno e começo de primavera por lá. O hotel que estávamos hospedados, o Vagabond Inn Palm Springs, ficava
próximo ao Monte San Jacinto, com uma vista incrível.
Vista do Hotel Vagabond Inn Palm Springs
Também em Palm Springs
tem uma estátua de quase oito metros de altura da Marilyn Monroe, denominada como “Forever Marilyn”, feita pelo escultor Seward Johnson, que antes estava em
Chicago e chegou à cidade no final de maio de 2013. A cidade era um refúgio da
famosa atriz, assim como de outros ricos e famosos, como Frank Sinatra e atores
de Hollywood.
"Forever Marilyn", de quase oito metros em Palm Springs
Uma dica é fazer a subida ao Monte San Jacinto, no Palm
Springs Aerial Tramway, que infelizmente não consegui ir. É um passeio de bondinho, com uma visão panorâmica
do local e vai de uma estação a 805 metros acima do nível do mar, para outra de
2.595 metros de altitude. Mas, há uma grande diferença de temperatura, que cai
em média de 15 a 20 graus Celsius e o cenário árido do deserto é substituído
por um denso bosque de árvores verdes.
Bondinho do Monte San Jacinto em Palm Springs
O local do torneio de Indian Wells está uma distância de 30 km
do hotel que fiquei, o Vagabond Inn Palm Springs. As quadras ficam num lugar enorme,
assim como o estacionamento. Nós fomos ver os jogos quando o torneio estava na terceira rodada, numa segunda-feira e demos muita sorte na programação:
assistimos Roger Federer (simples e duplas), Stanislas Wawrinka (simples e duplas),
Rafael Nadal, Maria Sharapova, Dominika Cibulkova, com o
ingresso mais barato que tinha, de US$ 50.
Quadra central de Indian Wells
A quadra central não é tão grande assim, dá para ver bem o
jogo dos lugares mais altos. Outra coisa interessante sobre o evento é
uma loja da Tennis Warehouse com uma quadra do lado para experimentar raquetes,
muito legal essa idéia. Cada um bate cinco minutos com a raquete que escolher e
se você não tiver ninguém para bater bola, tem um cara (o Mark Boone, na foto)
lá dentro da quadra para bater com você.
Mark Boone/Photo: Jason/TW Staff
Se você quiser comer algo tem uma praça de alimentação com
comidas tradicionais dos americanos, com pizza, lanches, hot dogs, sorvetes, enfim,
tudo que engorda. As bebidas saem em torno de US$ 5 e as comidas de US$ 12 a
US$ 15. Também tem as lojas com vários souvenirs, que possuem diversas opções de lembranças do torneio, com camisetas
(básicas do evento, custam em média US$ 25) e bonés (US$ 25) e também roupas
das marcas esportivas famosas com muitos lançamentos...
Depois de passar o dia e grande parte da noite em Indian
Wells, continuamos a viagem e resolvemos conhecer um pouco mais da Califórnia.
Então, fomos para San Diego, na costa sul. Lá, já não estava tão calor, em torno de 20 graus, mas o
tempo estava agradável.
A cidade possui várias freeways (vias de velocidade rápida) para você se locomover. Normalmente marca a velocidade máxima de 65mph, mas todo mundo corre mais e te ultrapassa.
Jardim do Balboa Park - San Diego
Considerado o maior parque urbano cultural dos Estados
Unidos, o Balboa Park ocupa uma área de quase 500 hectares, com inúmeras
atrações, sendo 15 museus, jardins, estufas, centros culturais, palcos ao ar
livre e um dos maiores zoológicos do mundo, o San Diego Zoo.
O Panda, uma das atrações mais concorridas do zoo de San Diego
Ir no zoológico de San Diego é bem interessante,
apesar de ter que pagar quase US$ 50 para entrar. Lá dentro dá para andar de
teleférico quantas vezes quiser e ainda ver um filme em 4D da Era do Gelo ou do
Rio e se divertir bastante.
Assistir a Era do Gelo em 4D foi muito legal!
Como a minha família é viciada em tênis, conseguimos
encontrar um lugar para jogar tênis de graça em San Diego, o Balboa Tennis
Club, localizado na 2221 Morley Field Dr. Foi muito legal. Tem também a parte
antiga da cidade, o Gaslamp Quarter, ideal para tomar uns drinks à noite.
Olha só eu jogando tênis no BalboaTennis Club
Mas, o lugar que eu mais gostei foi o La Jolla, que é mesmo como uma verdadeira jóia pela sua beleza. Uma praia
que fica um pouco afastada do centro da cidade de San Diego, com golfinhos e o mar com uma
cor linda, azul esverdeada. Apesar de ser um pouco agitado e a água fria, o
pessoal que estava por lá nadava com muita empolgação...Claro que eu, que não gosto de água fria, não estava incluída nessas pessoas...rs...
La Jolla, lugar imperdível!!
Depois, pegamos mais 190 km de estrada e fomos passar uns
dias em Los Angeles. Fomos à calçada da fama e ao museu de cera Madame Tussauds. Adorei, nos divertimos muito lá e pudemos ver
como são os astros de Hollywood em tamanho real.
No Madame Tussauds, deu para bater um papo com George Clooney...
O Píer de Santa Monica é outro lugar que precisa ser visitado. A praia ao lado estava cheia, apesar de não estar aquele calor e a água bem fria. Almoçamos em
um dos restaurantes do Píer, que também é uma boa pedida.
Vista geral do Pier de Santa Monica/ Foto: Blog Viajando com a Família Souza
A última cidade que visitamos foi Las Vegas, que fica a 380
km de Los Angeles, umas quatro horas de carro. Confesso que eu estava muito
empolgada por tudo que eu já vi na televisão sobre esse lugar. É um lugar grandioso
e o legal é que você pode entrar em todos os hotéis para conhecer e jogar em todos os
cassinos, é claro.
Las Vegas
Para variar, novamente achamos uma quadra de tênis para
jogar, mas dessa vez tinha que pagar R$ 25 por hora, no hotel Bally’s (próximo
ao hotel Flamingo’s, onde eu estava hospedada).
Hotel Paris - Las Vegas
Las Vegas é realmente incrível, tem vários hotéis temáticos como o
Venetian, que imita o cenário de Veneza, inclusive com passeio de
gôndola no rio, com o céu sempre azul. No hotel Paris, você pode ver a Torre Eiffel e
andar lá dentro como se estivesse nas ruas de Paris.
Hotel Venetian - Las Vegas
Mas, o melhor ficou para o último dia. Assistimos o show Love dos Beatles, no Cirque du
Soleil. Foi emocionante. Eu nunca tinha visto um show
deles, os malabarismos, os giros, os saltos, as danças, tudo é feito dentro dos temas
das músicas. O palco é 360ª graus e mesmo sentado nos lugares mais distantes é
possível ver o show muito bem! Vale à pena!
No total foram dois dias em Palm Springs, três em San Diego,
dois em Los Angeles e seis em Las Vegas! E aí, o que vocês acharam?
M. Ferreira e T. Santos em ação contra A. Calbucci e L. Cramarossa/ Crédito: Mariana Nardelli
Meu primeiro torneio G1 de beach tennis em Santos, jogando
perto dos melhores do mundo!!
Entre os dias 24 a 26 de janeiro disputei o torneio G1 de
beach tennis na cidade de Santos, no litoral paulista. Esse tipo de torneio é
muito interessante, pois os melhores jogadores do mundo participam, já que é
uma das competições que mais vale pontos para o ranking mundial.
Na maioria dos torneios de beach tennis, as categorias
profissionais masculina e feminina são disputadas num mesmo evento das categorias
dos amadores (A,B e C e por idades), então dá para ficar bem perto dos melhores
e aprender um pouco mais sobre esse novo esporte. Para este torneio de Santos vieram jogadores
de diversas partes do mundo, da França, Alemanha, Venezuela e principalmente da
Itália, local onde o beach tennis já existe há mais de 30 anos.
Já pensou um gatinho desse de parceiro? M. Bighnaier e L. Cramarossa/ Crédito: Mariana Nardelli
Inclusive o italiano Alessandro Calbucci lidera o ranking
mundial seguido por seu conterrâneo Marco Garavini e pelo brasileiro Vinícius
Font. Calbucci estava disputando o torneio de Santos, mas foi eliminado na
semifinal ao lado de seu parceiro Luca Cramarossa, 10º do mundo. Os italianos
perderam para Marcus Ferreira e Thales Santos, que fizeram incrível campanha no
evento.
L.Cramarossa e A. Calbucci/ Crédito: Mariana Nardelli
Marcus e Thales, ambos na 12º colocação da ITF, venceram a
final da categoria Pro, derrotando o brasileiro Vini Font, 3º da ITF, e o italiano Alex
Mingozzi, 7º do mundo.
No feminino, o título da categorial profissional ficou com as cariocas Joana Cortez e Lorena
Melo, que bateram na final as francesas MagSea Prod e Elodie Vadel.
J. Cortez e L. Melo/ M. Prod e E. Vadel
Apesar do beach tennis existir no Brasil apenas desde 2008, o
país já possui as melhores da modalidade no feminino. Samantha Barijan e Cortez
dividem o primeiro lugar no ranking mundial. As brasileiras fizeram história em setembro de 2013, pois foram as primeiras jogadoras que não possuem nacionalidade italiana a liderar o ranking mundial. A italiana Eva
D’Elia, ocupa a terceira colocação do ranking da ITF.
Joana Cortez número 1 do mundo
Joana foi jogadora profissional de tênis, sendo que no ano
de 2001, atingiu seus melhores rankings em simples 204° da WTA e em duplas
115°do mundo, com duas medalhas de ouro em duplas em Jogos Pan-americanos. Em
2013, venceu o Oscar de beach tennis como mehor jogadora do mundo, junto com a
italiana Flaminia Daina. Além disso, ainda no ano passado, foi eleita pela
quarta vez consecutiva a melhor jogadora estrangeira, depois de vencer em 2010,
2011 e 2012! Dá-lhe Joana!
O pessoal do Espéria ganha sempre muitos troféus!!
O torneio G1 de Santos foi extremamente animado e divertido e terminou no domingo da melhor forma possível para a cidade, que comemorou o aniversário de 468
anos, com dois santistas campeões.
Thales Santos e Marcus Ferreira
Lembrando que o jogo é disputado em uma quadra de areia –
com área de 16×5m para simples e 16×8m para dupla – e uma rede de 1,70 m de
altura, sendo que a bola utilizada é a laranja, que tem 50% da velocidade da
tradicional usada no tênis.
Olha a garra do Raffael Agulha! Crédito: Mariana Nardelli
Eu joguei a categoria B, estou melhorando aos poucos, mas
ainda tenho muito para evoluir... Também preciso comprar um outro estilo de
bota para jogar na areia, porque a que eu usei de neoprene, sem solado de
borracha resistente, me deixou com bolhas nos pés por causa do sol forte... Ai...
Eu e minha parceira Elisabete Bertolini
O beach tennis está crescendo muito rápido pelo mundo. Normalmente
os torneios G1 distribuem 10 mil dólares em prêmios para a categoria
profissional, mas em dezembro de 2013, pela primeira vez, houve um torneio na
Tailândia que distribuiu 22.500 dólares em prêmios. Neste torneio aconteceu uma
exibição de beach tennis com a participação das estrelas do tênis Serena
Williams e Victoria Azarenka.
O norte-americano Mark Bonfigli, 25º da ITF, que conheci em
Santos, jogou beach tennis com Serena na Tailândia, olha aí a foto...
M. Bonfigli, S. Williams e N. Strano
E você, conta pra gente o que você está achando dessa nova
modalidade, o beach tennis...
Janaina Armani, Luciene Muro, Ida Alvares e Renata Dias
Comecei a praticar o beach tennis, o esporte que é a cara do verão, mas que veio para ficar!
Durante os dias 6 a 8 de dezembro, disputei meu primeiro torneio de beach tennis. Depois de jogar duas vezes na
semana passada no Clube Espéria, fiquei muito empolgada e resolvi jogar um
torneio em Boiçucanga (litoral norte, a 170km de São Paulo), incentivada por
meus amigos do clube. Já tinha até um parceiro para a categoria A (avançada,
logo de cara, quem diria...) e arrumei uma outra parceira para a categoria B
(intermediária).
Linda praia de Boiçucanga - sede dos jogos
Foi muito divertido. Apesar dos resultados não terem sido
dos melhores, adorei estar na praia com meus amigos, com música animada,
correndo bastante na areia atrás da bolinha, curtindo o visual daquele lugar.
Normalmente temos uma vida corrida e agitada em São Paulo,
cheia de contratempos, situações que às vezes não queremos enfrentar, mas temos
que ter calma e sempre ver o lado bom das coisas, enfim... Uma vida que pode
ser estressante. Então, o beach tennis tem essa energia positiva que acaba
entrando de vez no seu dia-dia. A alegria do lugar e das pessoas é contagiante
e não tem como você ficar fora dessa.
Katia Agostinho e Maria Adelaide Catay (Lalita)
Equipe de duplas mistas
Claro que há muitos benefícios para o corpo que uma
atividade física pode proporcionar. Melhora o condicionamento geral e também, ficar
correndo naquela areia dá um “up” no visual, deixando as pernas tonificadas e
com um bronzeado lindo. Vai dar para arrasar no verão (principalmente para nós
mulheres que adoramos trabalhar os membros inferiores)!
Bom, voltando a falar do torneio de beach tennis, os jogos acontecem
de sexta-feira a domingo. Na sexta, geralmente são as categorias de simples e
de duplas mistas. No sábado, as categorias de duplas femininas e masculinas e
no domingo, as duplas por idades. Além das categorias A, B e C, tem a
profissional também.
Apesar dos tenistas
virem de um esporte parecido, é necessário uma adaptação com esse jogo na
praia. A rede é mais alta (1,70m) do que a da quadra de tênis e a bola (que é a
laranja com 50% da velocidade da bola amarela) não pode pingar, isso faz com o
jogador tenha que se movimentar muito na areia. O jogo é rápido, só tem um
saque, é disputado em um set até seis ou até oito games sem vantagem, dependendo
da rodada. Então, cada ponto é muito importante.
Thiago Biagi/Crédito:Luiz Henrique
Uma dica bem útil é ter uma botinha (daquelas de mergulho)
para proteger os pés da areia, quando está muito sol. Quando esquenta muito, os
pés começam a queimar e é impossível jogar. Eu percebi isso no meio do torneio,
não conseguia correr naquela areia quente... Por sorte, consegui uma meia
emprestada e continuei jogando...
Outra coisa, esse esporte aproxima as pessoas. O grupo fica muito unido, em que todos estão sempre alegres e de bem com a vida.
Você acaba esquecendo dos problemas e entrando no clima! Fora que todo mundo
pode jogar. É mais fácil que muitos outros esportes e os jogos são quase sempre
muito equilibrados!
Turma animada do Clube Espéria
Bom, vou começar a treinar para aprender um pouco mais. E
você, já jogou beach tennis?