segunda-feira, 12 de maio de 2014

Eu adoro o Clube Esperia



 

Clube que faz parte da minha vida desde criança e de muitas outras famílias... A nostalgia está no ar...



No post de hoje vou relembrar um pouco dos meus tempos de adolescente... Vou falar sobre o clube que mais treinei na minha vida e que sou sócia até hoje. É o clube Esperia. Ele tem um significado muito especial para mim, assim como para várias famílias que seguem frequentando o clube de geração em geração. 

Equipe Campeã de interclubes de18 anos - A.Pereira/C.Hirata/B.Catay/R.Dias/F.Souza/Simoni


Comecei a frequentar o Esperia com 10 anos. Eu era militante, treinava tênis com o Vavá (alguém se lembra dele?). O que eu me recordo é que ele treinava uma jogadora (que não vou citar o nome) que batia várias bolas beeemmm altas...rs...  (agora vocês lembraram hahahaha)...

Olha só eu treinando no Esperia com 17 anos


Foi lá no Esperia que eu joguei meu primeiro torneio juvenil da federação; fui vice-campeã da categoria 10 anos. Passado algum tempo, com 12 anos, virei associada. Nessa época já treinava quase todos os dias com o Delta Vilaescusa, o Alfredo Pereira e alguns anos depois com o Fernando Souza (que aparece em várias fotos). 

Recebendo prêmio de melhores do ano em 1998


Eu adorava ir ao clube, estava sempre junto com minha querida amiga Bianca Catay e com a mãe dela, Tia Lalita e o pai Tio Catay. A gente ficava lá até nos finais de semana e muitas vezes depois do treino eu ia para a casa da Tia Lalita para comer um pão com mortadela quente e tomava leite com chocolate... uma delícia... bons tempos aqueles...


Campeonato brasileiro em Uberlândia (1997) - eu e a Bi Catay (a gente adorava ir pra lá e ficar no alojamento...rs...)


Referência em esporte e lazer na Zona Norte da cidade, o Clube Esperia possui quase 80 mil metros quadrados de muito verde e instalações modernas. Lá é possível praticas as modalidades esportivas como arco e flecha, atletismo, basquete, futebol, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, karatê, natação, polo-aquático, tênis e voleibol, além de diversas atividades de lazer e de cultura.

Vista aérea Clube Esperia - site oficial


Bom, eu continuo frequentando este clube, assim como muitos amigos dos meus pais... Acho muito legal isso, esse clima familiar, estar junto das pessoas que você conhece desde criança e te viram crescer...

Minha mãe (Angela Dias) e a Wilce Maciel ganhando troféu do Fernando Souza (que apareceu em quase todas as fotos)


Foi lá que eu comecei a jogar beach tennis. Neste último final de semana dos dias 10 e 11 de maio teve até uma clínica muito legal com o Marcus Vinícius Ferreira e o Thales Santos, melhor dupla brasileira da modalidade e top 10 mundial. Os meus amigos do tênis migraram para o beach tennis e foram eles que me incentivaram a jogar. 

Clínica de beach tennis com Marcus Ferreira e Thales Santos no Esperia


Mas, eu também continuo jogando tênis no clube. Tenho alguns parceiros que sempre jogam comigo, afinal para jogar lá você precisa já ir combinado com alguém. Normalmente jogo as terças e quintas e quero aproveitar este espaço aqui para falar sobre a turma do minitênis que normalmente prepara alguma comida especial na quinta à noite e sempre são muito gentis e me convidam para comer por lá.

Pessoal do tênis e minitênis no quiosque do churrasco


Por exemplo, na última quinta-feira comi um churrasco especial de aniversário, com uma linguiça maravilhosa de Cambuí (Minas Gerais). Já teve também a noite do pastel, do hambúrguer, do camarão, enfim, tudo sempre delicioso. Vale a pena passar pelo quiosque do Esperia nas noites de quinta... 


Olha lá a minha mãe se preparando para bater na bola... a direita boa é de família!!


E você, é sócio de algum clube? Desde quando? Conta um pouco pra gente...

terça-feira, 6 de maio de 2014

As novas aventuras de Renata no beach tennis III



Confira como foi meu final de semana em Santos, com o maior sol em pleno mês de maio e muito beach tennis!! 




Neste primeiro final de semana de maio, decidi ir para Santos a convite de minha amiga e parceira Letícia Ferreira para treinarmos um pouco para o torneio de beach tennis que iremos disputar de 6 a 8 de junho em Porto Seguro (uhuu), estou muito empolgada... 


Eu e a Letícia em um torneio de beach tennis em Campinas

Bom, enfim, no sábado bem cedo peguei o ônibus na rodoviária do Jabaquara em direção à baixada santista. Estava o muito calor, apesar de estarmos no outono, o maior sol e a praia estava linda. No sábado jogamos mais ou menos 10 sets de beach tennis (o recorde da minha vida para um só dia). Jogamos nas quadras montadas pela ASBT (Associação Santista de Beach Tennis), muito legal o espaço, que fica no Point dos Coqueiros, em frente ao número 31 da Avenida Vicente de Carvalho, Canal 3.

Vista aérea de Santos / Foto: Marcelo Martins/uol


Claro que no sábado à noite a gente acabou saindo um pouco, fomos num bar em frente à praia, com as também ex-tenistas profissionais e que treinaram beach com a gente, Taynara Moraes (agora beachtenista profissional) e Juliana Umeki (acho que em breve ela também vai querer jogar mais beach tennis). Com o sucesso desta nova modalidade, cada vez mais ex-tenistas vão acabar indo para o beach... 

Aula de beach tennis com o Marcus Vinícius Ferreira


No domingo, fizemos uma aula muito legal de quase duas horas com o Marcus Vinícius Ferreira, atual número 9 do ranking mundial e que foi vice-campeão junto com o Thales Santos, seu parceiro, no ITF G1 que distribui US$ 10 mil em prêmios de Fort Mayers na Flórida, EUA, no final de abril. Deu para treinar bastante e prestar atenção nas dicas de um dos melhores jogadores do mundo do beach tennis. Inclusive, Marcus e Thales irão defender o Brasil nos jogos Sul-Americanos de Praia em Vargas, na Venezuela, evento que acontece de 13 a 24 de maio.


Marcus Ferreira e Thales Santos estão entre os 10 melhores beachtenistas do mundo

Depois da aula, jogamos mais umas seis partidas (realmente foi o recorde do beach tennis da minha vida para um final de semana) e ainda fui convidada para um churrasco no Point dos Coqueiros. Para completar, consegui uma carona para voltar para São Paulo à noite. Tudo perfeito, não é mesmo?

E, vocês, já foram alguma vez jogar beach tennis em Santos? Parece um passeio legal para o final de semana... O que acham?

Olha só como eu melhorei depois da aula!!


 

domingo, 30 de março de 2014

Que tal trocar Miami por Indian Wells no próximo ano?



Conto aqui um pouco da minha viagem para assistir o Masters 1000 de Indian Wells e o passeio para Los Angeles, San Diego e Las Vegas!!


Esta semana os amantes do tênis curtiram o Masters 1000 de Miami, um dos torneios favoritos dos brasileiros. Conheço pessoas que já foram várias vezes para lá e voltam sempre que podem. A cidade tem um clima agradável, com compras incríveis, praia, bares, tudo que a maioria dos brasileiros adora... Mas, que tal mudar um pouco o roteiro e ir para o Masters de Indian Wells?

Bom, vou dar contar para vocês como foi assistir este Masters 1000 da Califórnia e o passeio que fiz por lá com a minha família.

Primeiro chegamos ao Aeroporto Internacional de Los Angeles. Logo, já fomos pegar o carro alugado (é necessário, pois as distâncias entre as cidades são longas). No dia seguinte, fomos para Palm Springs, cidade próxima ao torneio. O caminho é muito interessante, repleto de montanhas, numa região do deserto da Califórnia.  Como já era esperado, o local é muito seco, a pele e os lábios ficam muito ressecados e os cabelos, muito lisos. Eu até achei legal ficar com o cabelo mais liso...rs...

Caminho de Los Angeles para Palm Springs

Depois de rodar 172 km, em cerca de duas horas, chegamos a Palm Springs. Uma cidadezinha pequena, mas agradável e bem mais quente que eu imaginava (cerca de 25 a 30 graus durante o dia), já que era final de inverno e começo de primavera por lá. O hotel que estávamos hospedados, o Vagabond Inn Palm Springs, ficava próximo ao Monte San Jacinto, com uma vista incrível. 

Vista do Hotel Vagabond Inn Palm Springs

Também em Palm Springs tem uma estátua de quase oito metros de altura da Marilyn Monroe, denominada como “Forever Marilyn”, feita pelo escultor Seward Johnson, que antes estava em Chicago e chegou à cidade no final de maio de 2013. A cidade era um refúgio da famosa atriz, assim como de outros ricos e famosos, como Frank Sinatra e atores de Hollywood.

"Forever Marilyn", de quase oito metros em Palm Springs

Uma dica é fazer a subida ao Monte San Jacinto, no Palm Springs Aerial Tramway, que infelizmente não consegui ir.  É um passeio de bondinho, com uma visão panorâmica do local e vai de uma estação a 805 metros acima do nível do mar, para outra de 2.595 metros de altitude. Mas, há uma grande diferença de temperatura, que cai em média de 15 a 20 graus Celsius e o cenário árido do deserto é substituído por um denso bosque de árvores verdes.

Bondinho do Monte San Jacinto em Palm Springs

O local do torneio de Indian Wells está uma distância de 30 km do hotel que fiquei, o Vagabond Inn Palm Springs. As quadras ficam num lugar enorme, assim como o estacionamento. Nós fomos ver os jogos quando o torneio estava na terceira rodada, numa segunda-feira e demos muita sorte na programação: assistimos Roger Federer (simples e duplas), Stanislas Wawrinka (simples e duplas), Rafael Nadal, Maria Sharapova, Dominika Cibulkova, com o ingresso mais barato que tinha, de US$ 50.

Quadra central de Indian Wells

A quadra central não é tão grande assim, dá para ver bem o jogo dos lugares mais altos. Outra coisa interessante sobre o evento é uma loja da Tennis Warehouse com uma quadra do lado para experimentar raquetes, muito legal essa idéia. Cada um bate cinco minutos com a raquete que escolher e se você não tiver ninguém para bater bola, tem um cara (o Mark Boone, na foto) lá dentro da quadra para bater com você.


Mark Boone/Photo: Jason/TW Staff

Se você quiser comer algo tem uma praça de alimentação com comidas tradicionais dos americanos, com pizza, lanches, hot dogs, sorvetes, enfim, tudo que engorda. As bebidas saem em torno de US$ 5 e as comidas de US$ 12 a US$ 15. Também tem as lojas com vários souvenirs, que possuem diversas opções de lembranças do torneio, com camisetas (básicas do evento, custam em média US$ 25) e bonés (US$ 25) e também roupas das marcas esportivas famosas com muitos lançamentos...

Depois de passar o dia e grande parte da noite em Indian Wells, continuamos a viagem e resolvemos conhecer um pouco mais da Califórnia. Então, fomos para San Diego, na costa sul. Lá, já não estava tão calor, em torno de 20 graus, mas o tempo estava agradável.
A cidade possui várias freeways (vias de velocidade rápida) para você se locomover. Normalmente marca a velocidade máxima de 65mph, mas todo mundo corre mais e te ultrapassa.

Jardim do Balboa Park - San Diego

Considerado o maior parque urbano cultural dos Estados Unidos, o Balboa Park ocupa uma área de quase 500 hectares, com inúmeras atrações, sendo 15 museus, jardins, estufas, centros culturais, palcos ao ar livre e um dos maiores zoológicos do mundo, o San Diego Zoo.

O Panda, uma das atrações mais concorridas do zoo de San Diego

Ir no zoológico de San Diego é bem interessante, apesar de ter que pagar quase US$ 50 para entrar. Lá dentro dá para andar de teleférico quantas vezes quiser e ainda ver um filme em 4D da Era do Gelo ou do Rio e se divertir bastante.

Assistir a Era do Gelo em 4D foi muito legal!

Como a minha família é viciada em tênis, conseguimos encontrar um lugar para jogar tênis de graça em San Diego, o Balboa Tennis Club, localizado na 2221 Morley Field Dr. Foi muito legal. Tem também a parte antiga da cidade, o Gaslamp Quarter, ideal para tomar uns drinks à noite.

Olha só eu jogando tênis no BalboaTennis Club

Mas, o lugar que eu mais gostei foi o La Jolla, que é mesmo como uma verdadeira jóia pela sua beleza. Uma praia que fica um pouco afastada do centro da cidade de San Diego, com golfinhos e o mar com uma cor linda, azul esverdeada. Apesar de ser um pouco agitado e a água fria, o pessoal que estava por lá nadava com muita empolgação...Claro que eu, que não gosto de água fria, não estava incluída nessas pessoas...rs...

La Jolla, lugar imperdível!!

Depois, pegamos mais 190 km de estrada e fomos passar uns dias em Los Angeles. Fomos à calçada da fama e ao museu de cera Madame Tussauds.  Adorei, nos divertimos muito lá e pudemos ver como são os astros de Hollywood em tamanho real.

No Madame Tussauds, deu para bater um papo com George Clooney...

O Píer de Santa Monica é outro lugar que precisa ser visitado. A praia ao lado estava cheia, apesar de não estar aquele calor e a água bem fria. Almoçamos em um dos restaurantes do Píer, que também é uma boa pedida.

Vista geral do Pier de Santa Monica/ Foto: Blog Viajando com a Família Souza

A última cidade que visitamos foi Las Vegas, que fica a 380 km de Los Angeles, umas quatro horas de carro. Confesso que eu estava muito empolgada por tudo que eu já vi na televisão sobre esse lugar. É um lugar grandioso e o legal é que você pode entrar em todos os hotéis para conhecer e jogar em todos os cassinos, é claro.  

Las Vegas
Para variar, novamente achamos uma quadra de tênis para jogar, mas dessa vez tinha que pagar R$ 25 por hora, no hotel Bally’s (próximo ao hotel Flamingo’s, onde eu estava hospedada).

Hotel Paris - Las Vegas

Las Vegas é realmente incrível, tem vários hotéis temáticos como o Venetian, que imita o cenário de Veneza, inclusive com passeio de gôndola no rio, com o céu sempre azul. No hotel Paris, você pode ver a Torre Eiffel e andar lá dentro como se estivesse nas ruas de Paris.

Hotel Venetian - Las Vegas

Mas, o melhor ficou para o último dia. Assistimos o show Love dos Beatles, no Cirque du Soleil. Foi emocionante. Eu nunca tinha visto um show deles, os malabarismos, os giros, os saltos, as danças, tudo é feito dentro dos temas das músicas. O palco é 360ª graus e mesmo sentado nos lugares mais distantes é possível ver o show muito bem! Vale à pena!



No total foram dois dias em Palm Springs, três em San Diego, dois em Los Angeles e seis em Las Vegas! E aí, o que vocês acharam?


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

As novas aventuras de Renata no Beach Tennis II

M. Ferreira e T. Santos em ação contra A. Calbucci e L. Cramarossa/ Crédito: Mariana Nardelli

Meu primeiro torneio G1 de beach tennis em Santos, jogando perto dos melhores do mundo!!


Entre os dias 24 a 26 de janeiro disputei o torneio G1 de beach tennis na cidade de Santos, no litoral paulista. Esse tipo de torneio é muito interessante, pois os melhores jogadores do mundo participam, já que é uma das competições que mais vale pontos para o ranking mundial.

Na maioria dos torneios de beach tennis, as categorias profissionais masculina e feminina são disputadas num mesmo evento das categorias dos amadores (A,B e C e por idades), então dá para ficar bem perto dos melhores e aprender um pouco mais sobre esse novo esporte. Para este torneio de Santos vieram jogadores de diversas partes do mundo, da França, Alemanha, Venezuela e principalmente da Itália, local onde o beach tennis já existe há mais de 30 anos.

Já pensou um gatinho desse de parceiro? M. Bighnaier e L. Cramarossa/ Crédito: Mariana Nardelli


Inclusive o italiano Alessandro Calbucci lidera o ranking mundial seguido por seu conterrâneo Marco Garavini e pelo brasileiro Vinícius Font. Calbucci estava disputando o torneio de Santos, mas foi eliminado na semifinal ao lado de seu parceiro Luca Cramarossa, 10º do mundo. Os italianos perderam para Marcus Ferreira e Thales Santos, que fizeram incrível campanha no evento.

L.Cramarossa e A. Calbucci/ Crédito: Mariana Nardelli


Marcus e Thales, ambos na 12º colocação da ITF, venceram a final da categoria Pro, derrotando o brasileiro Vini Font, 3º da ITF, e o italiano Alex Mingozzi, 7º do mundo.

No feminino, o título da categorial profissional ficou com as cariocas Joana Cortez e Lorena Melo, que bateram na final as francesas MagSea Prod e Elodie Vadel.

J. Cortez e L. Melo/ M. Prod e E. Vadel


Apesar do beach tennis existir no Brasil apenas desde 2008, o país já possui as melhores da modalidade no feminino. Samantha Barijan e Cortez dividem o primeiro lugar no ranking mundial. As brasileiras fizeram história em setembro de 2013, pois foram as primeiras jogadoras que não possuem nacionalidade italiana a liderar o ranking mundial. A italiana Eva D’Elia, ocupa a terceira colocação do ranking da ITF.

Joana Cortez número 1 do mundo


Joana foi jogadora profissional de tênis, sendo que no ano de 2001, atingiu seus melhores rankings em simples 204° da WTA e em duplas 115°do mundo, com duas medalhas de ouro em duplas em Jogos Pan-americanos. Em 2013, venceu o Oscar de beach tennis como mehor jogadora do mundo, junto com a italiana Flaminia Daina. Além disso, ainda no ano passado, foi eleita pela quarta vez consecutiva a melhor jogadora estrangeira, depois de vencer em 2010, 2011 e 2012! Dá-lhe Joana! 

O pessoal do Espéria ganha sempre muitos troféus!! 


O torneio G1 de Santos foi extremamente animado e divertido e terminou no domingo da melhor forma possível para a cidade, que comemorou o aniversário de 468 anos, com dois santistas campeões.

Thales Santos e Marcus Ferreira


Lembrando que o jogo é disputado em uma quadra de areia – com área de 16×5m para simples e 16×8m para dupla – e uma rede de 1,70 m de altura, sendo que a bola utilizada é a laranja, que tem 50% da velocidade da tradicional usada no tênis.

Olha a garra do Raffael Agulha! Crédito: Mariana Nardelli

Eu joguei a categoria B, estou melhorando aos poucos, mas ainda tenho muito para evoluir... Também preciso comprar um outro estilo de bota para jogar na areia, porque a que eu usei de neoprene, sem solado de borracha resistente, me deixou com bolhas nos pés por causa do sol forte... Ai...

Eu e minha parceira Elisabete Bertolini


O beach tennis está crescendo muito rápido pelo mundo. Normalmente os torneios G1 distribuem 10 mil dólares em prêmios para a categoria profissional, mas em dezembro de 2013, pela primeira vez, houve um torneio na Tailândia que distribuiu 22.500 dólares em prêmios. Neste torneio aconteceu uma exibição de beach tennis com a participação das estrelas do tênis Serena Williams e Victoria Azarenka.


                                       


O norte-americano Mark Bonfigli, 25º da ITF, que conheci em Santos, jogou beach tennis com Serena na Tailândia, olha aí a foto...

M. Bonfigli, S. Williams e N. Strano 



E você, conta pra gente o que você está achando dessa nova modalidade, o beach tennis...

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

As novas aventuras de Renata no Beach Tennis

Janaina Armani, Luciene Muro, Ida Alvares e Renata Dias

Comecei a praticar o beach tennis, o esporte que é a cara do verão, mas que veio para ficar!



Durante os dias 6 a 8 de dezembro, disputei meu primeiro torneio de beach tennis. Depois de jogar duas vezes na semana passada no Clube Espéria, fiquei muito empolgada e resolvi jogar um torneio em Boiçucanga (litoral norte, a 170km de São Paulo), incentivada por meus amigos do clube. Já tinha até um parceiro para a categoria A (avançada, logo de cara, quem diria...) e arrumei uma outra parceira para a categoria B (intermediária).

Linda praia de Boiçucanga - sede dos jogos

Foi muito divertido. Apesar dos resultados não terem sido dos melhores, adorei estar na praia com meus amigos, com música animada, correndo bastante na areia atrás da bolinha, curtindo o visual daquele lugar.

Normalmente temos uma vida corrida e agitada em São Paulo, cheia de contratempos, situações que às vezes não queremos enfrentar, mas temos que ter calma e sempre ver o lado bom das coisas, enfim... Uma vida que pode ser estressante. Então, o beach tennis tem essa energia positiva que acaba entrando de vez no seu dia-dia. A alegria do lugar e das pessoas é contagiante e não tem como você ficar fora dessa.

Katia Agostinho e Maria Adelaide Catay (Lalita)
Equipe de duplas mistas

Claro que há muitos benefícios para o corpo que uma atividade física pode proporcionar. Melhora o condicionamento geral e também, ficar correndo naquela areia dá um “up” no visual, deixando as pernas tonificadas e com um bronzeado lindo. Vai dar para arrasar no verão (principalmente para nós mulheres que adoramos trabalhar os membros inferiores)!

Bom, voltando a falar do torneio de beach tennis, os jogos acontecem de sexta-feira a domingo. Na sexta, geralmente são as categorias de simples e de duplas mistas. No sábado, as categorias de duplas femininas e masculinas e no domingo, as duplas por idades. Além das categorias A, B e C, tem a profissional também.

 Apesar dos tenistas virem de um esporte parecido, é necessário uma adaptação com esse jogo na praia. A rede é mais alta (1,70m) do que a da quadra de tênis e a bola (que é a laranja com 50% da velocidade da bola amarela) não pode pingar, isso faz com o jogador tenha que se movimentar muito na areia. O jogo é rápido, só tem um saque, é disputado em um set até seis ou até oito games sem vantagem, dependendo da rodada. Então, cada ponto é muito importante.

Thiago Biagi/Crédito:Luiz Henrique


Uma dica bem útil é ter uma botinha (daquelas de mergulho) para proteger os pés da areia, quando está muito sol. Quando esquenta muito, os pés começam a queimar e é impossível jogar. Eu percebi isso no meio do torneio, não conseguia correr naquela areia quente... Por sorte, consegui uma meia emprestada e continuei jogando...

Outra coisa, esse esporte aproxima as pessoas. O grupo fica muito unido, em que todos estão sempre alegres e de bem com a vida. Você acaba esquecendo dos problemas e entrando no clima! Fora que todo mundo pode jogar. É mais fácil que muitos outros esportes e os jogos são quase sempre muito equilibrados!

Turma animada do Clube Espéria


Bom, vou começar a treinar para aprender um pouco mais. E você, já jogou beach tennis?